leva-me a terra seca que o vento desarruma no equinócio
sobrevoo os rumores das copas das árvores
em cujo amplexo me dissolvo e anseio
assim me amparo na vara da contracorrente
avanço pelos meandros do rio.
© DrGica
(a minha pele de toupeira azul)
leva-me a terra seca que o vento desarruma no equinócio
sobrevoo os rumores das copas das árvores
em cujo amplexo me dissolvo e anseio
assim me amparo na vara da contracorrente
avanço pelos meandros do rio.
Posted by
blue
at
11:37 da tarde
5 comentários:
Lindíssimo, Cláudia!
um beijo
marisa
aqui os meandros entram pelo rio. como terra madura.
enorme.
beijo.
e que rio...
leva-me a terra seca
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Um deambular ao 'sabor' da poeira.
Fica bem.
Felicidades.
Manuel
Belo quadro
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