há no encalço da mão que me estendes a aridez da penumbra
uma qualquer porta por abrir
e como sem tempo para reserva ou espera
mais não me resta que devolver-te os meus olhos
como quem não tem outro desafio um velho hábito sabes
há no seu encalço o silêncio o corpo de um deserto.
© filipe paes, esferográica sobre papel, julho 2008
6.10.08
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blue
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10:44 da tarde
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9 comentários:
volto a mergulhar no mar belo das tuas palavras, querida Cláudia.
o traço do teu filho é de um verdadeiro artista, mas tem a quem sair...
beijos
marisa
eu diria que é
"esferográfica s/ papel"
há.
lindo lindo, poema e desenho.
nem sei que diga. voltar aqui continua a ser uma revelação, sempre.
um beijo
Este, sim, entendo, e gosto. Do texto. Quiçá por ter furado as núvens...
O desenho, esse, mantém-me nelas. Sem turbulência.
Nos desertos também se movem as sombras
gostei muito.mesmo.
um beijo
Continua a saber bem vir aqui... deixo um beijinho e este convite.
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